Começou por aparecer de mansinho, sob um manto de anonimato (fazendo jus à Sua proverbial discrição), na caixa de comentários de um post mais abaixo. Céptico como sou, e apesar do forte indício, mantive alguma incredulidade (o bom senso e o facto de recentemente ter andado a tomar ácidos assim o aconselhavam). Mas, desde esse momento, as aparições vinham sendo cada vez mais frequentes e intensas. A cada instante, a dúvida desaparecia (os efeitos das trips também) e a minha descrença acabou, finalmente, prostrada a Seus pés.
Deus falava mesmo comigo!
E eu ouvi-O:
"Sabes, meu cabrão (aqui estava a prova inequívoca que Deus, apregoado por Alexandra, realmente existia. Ainda hoje estas palavras me deixam arrepiado), por mais Tempo haja que aquele que os Homens possam contar, continuará a História a repetir-se. Em Verdade te digo: hoje mesmo ela iniciará um novo ciclo."
As palavras pareciam conter vida própria. À medida que eram proferidas, surgiam imagens que me permitiam entender o seu verdadeiro sentido. "A História repete-se. Mas é claro!" - compreendi. As guerras, as alterações climáticas, as pandemias, a extinção dos dinossauros (o Valentim Loureiro e o Pimenta Machado já foram. Só falta mesmo o Pinto da Costa)... tudo isto são acontecimentos cíclicos. Então, até a mais épica das histórias se sujeita a tais desígnios. E, assim como Ele afirmou, eis que ela agora recomeça:

E toda a gente sabe como acabará...

11 comentários:
E vai ser lá para janeiro
O Tumulo já está aberto no Cemitério de Carnide-frente ao Colombo.
Deve ser masuquista....
Bela posta, Alexandra!
Yá... boa posta, meu cabrão.
Ouve lá, mas afinal acaba nas Filipinas?
Não! Acaba frente ao Colombo. Os tipos da foto são lampiões ali da zona do Martim Moniz.
Ouve lá, o tipo 'tá um bocado roxo...
Olha, olha... diz-me lá como é que ficavas se te agrafassem a uma estaca em frente ao Colombo...
Eh pá! Esta posta 'tá concorrida. Já tens a caixa de comentários cheia.
É assim, meu. Quando há qualidade a malta adere.
Ainda bem que foste tocado pela mensagem Divina.
Há que avisar toda a gente.
O desígnio é esse: "fatal como o destino".
No princípio é o verbo.
No fim crucifica-se.
PS - A posta é boa mas o pessoal está de férias.
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